Mais importante
do que fazer uma imponente obra é edificar pelo exemplo. Eis a lição tirada por
Dr. Plinio da conturbada vida da Madre Thérèse-Camille de l’Enfant-Jésus.
A
24 de julho de 1784, recebia o véu no Carmelo Mademoiselle Camille de
Soyécourt1, filha da mais alta nobreza da França. Jovem, entretanto, tão
franzina e acometida, segundo os médicos, de uma moléstia incurável do coração,
que todos julgavam não poder permanecer mais de seis meses no convento.
Contudo, ela não somente sobreviveu muitos anos como, sem dúvida, sua
personalidade teve destaque notável, embora desconhecido, na preservação do
Carmelo de Paris durante a Revolução Francesa.
Familiares guilhotinados
